Cryopraxis participa de estudo internacional para avaliar possibilidade futura das células-tronco derivadas de sangue de cordão umbilical e células do fluido menstrual no tratamento de pacientes que sofrem de acidente vascular cerebral, Alzheimer e esclerose lateral amiotrófica (ELA). O grupo formado por pesquisadores da Universidade do sul da Flórida e de três grupos de pesquisa do setor privado, Saneron , Cryo-Cell International, e Cryopraxis/CellPraxis participam do projeto.
quinta-feira, 17 de março de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Cryopraxis e UNIFESP desenvolvem terapia celular para o tratamento da Angina Refratária
Conduzida pela Cryopraxis, em parceria com a Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), pesquisa para tratamento de pacientes com Angina Refratária utilizando células-tronco autólogas foi reportagem da série Razões do Coração no Jornal da Record.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Seminário Internacional de Cardiologia
Harvard visita a Cryopraxis em janeiro
A Cryopraxis, no decorrer de seus 10 anos investiu em novas tecnologias e nos relacionamentos com instituições de pesquisas no Brasil e no exterior, visando manter uma empresa de excelência em inovação.
Em janeiro recebemos em nossa sede no Rio de Janeiro a visita dos alunos de Mestrado da Universidade de Harvard para conhecer nossas instalações e os projetos de nossa plataforma de pesquisa.
Cryopraxis faz 10 anos em 2011
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Diferenciação de células mesenquimais, derivadas de sangue de cordão umbilical humano armazenado, em células secretoras de insulina
*Differentiating of banked human umbilical cord blood-derived mesenchymal stem cells into insulin-secreting cells
Van Phuc et.al. In Vitro Cell Dev Biol Anim. 2010 Nov 17.
As células-tronco mesenquimais (CTM) derivadas de Sangue de Cordão Umbilical (SCU) são multipotentes e capazes de se diferenciar em células funcionais de origem endodérmica e mesodérmica. Alguns pesquisadores demonstraram que estas células recém coletadas são capazes de se diferenciar em células secretoras de insulina.
Em estudo publicado este ano, um grupo de pesquisadores, demonstrou que estas células mantêm esta capacidade, mesmo após o congelamento. As células mononucleares, após o descongelamento, foram cultivadas para diferenciação em CTM. As análises com anticorpos específicos comprovaram esta diferenciação e as células foram então induzidas, por meio de ativadores específicos, para a formação de células secretoras de insulina. Com o uso de técnicas de Reação de cadeia de transcrição reversa em tempo real (RT-PCR) foi possível detectar a presença de genes para insulina. Estes resultados indicam que as CTM oriundas de SCU congelado quando convenientemente estimuladas, podem se diferenciar funcionalmente em células semelhantes aquelas secretoras de insulina das ilhotas pancreáticas.
Segundo os autores estes resultados apontam para uma terapia celular inovadora para pacientes diabéticos que teriam a possibilidade de usar suas próprias células de SCU armazenadas. Estas células, após o descongelamento, sofreriam uma diferenciação em células produtoras de insulina, e poderiam ser transplantadas de volta, recuperando a capacidades das células pancreáticas.
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez
Van Phuc et.al. In Vitro Cell Dev Biol Anim. 2010 Nov 17.
As células-tronco mesenquimais (CTM) derivadas de Sangue de Cordão Umbilical (SCU) são multipotentes e capazes de se diferenciar em células funcionais de origem endodérmica e mesodérmica. Alguns pesquisadores demonstraram que estas células recém coletadas são capazes de se diferenciar em células secretoras de insulina.
Em estudo publicado este ano, um grupo de pesquisadores, demonstrou que estas células mantêm esta capacidade, mesmo após o congelamento. As células mononucleares, após o descongelamento, foram cultivadas para diferenciação em CTM. As análises com anticorpos específicos comprovaram esta diferenciação e as células foram então induzidas, por meio de ativadores específicos, para a formação de células secretoras de insulina. Com o uso de técnicas de Reação de cadeia de transcrição reversa em tempo real (RT-PCR) foi possível detectar a presença de genes para insulina. Estes resultados indicam que as CTM oriundas de SCU congelado quando convenientemente estimuladas, podem se diferenciar funcionalmente em células semelhantes aquelas secretoras de insulina das ilhotas pancreáticas.
Segundo os autores estes resultados apontam para uma terapia celular inovadora para pacientes diabéticos que teriam a possibilidade de usar suas próprias células de SCU armazenadas. Estas células, após o descongelamento, sofreriam uma diferenciação em células produtoras de insulina, e poderiam ser transplantadas de volta, recuperando a capacidades das células pancreáticas.
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Propriedades Imunológicas e Regenerativas das Células-Tronco do Sangue de Cordão Umbilical*
Immunological and regenerative properties of cord blood stem cells
Roberto Francese & Paolo Fiorina
Clinical Immunology (2010) 136, 309–322
As células-tronco (CT) do Sangue de Cordão Umbilical (SCU) têm mostrado capacidade imunológica e regenerativa. As características, funções bem como propriedades imunológicas e regenerativas das células-tronco do SCU foram analisadas detalhadamente em recente revisão publicada na revista Clinical Immunology em maio de 2010.
Os pesquisadores do Departamento de Medicina do Instituto Científico San Raffaele de Milão fazem uma classificação detalhada das populações de células-tronco presentes no SCU, discutindo a presença de, pelo menos, quatro populações diferentes de células-tronco: embrionárias, hematopoéticas, mesenquimais e endoteliais.
Esta classificação é importante porque permite entender melhor quais os tecidos que podem sofrer regeneração com o uso dessas células. Além disso, discutem o uso dessas células em doenças onco-hematológicas (leucemias, linfomas, Aplasia de medula óssea), neuronais (paralisia cerebral, isquemia cerebral, lesão de medula espinhal), Erros inatos do metabolismo (reposição de enzimas) e ainda as novas descobertas sobre a capacidade imunossupressora das CT de SCU nas doenças auto-imune (por exemplo, diabetes tipo 1).
As células-tronco do SCU demonstram enorme capacidade de modular o sistema imune além de apresentar baixa capacidade para desencadear reações de enxerto contra-hospedeiro. Estas características se devem a algumas proteínas cuja presença é discutida com detalhes na revisão.
Esta classificação é importante porque permite entender melhor quais os tecidos que podem sofrer regeneração com o uso dessas células. Além disso, discutem o uso dessas células em doenças onco-hematológicas (leucemias, linfomas, Aplasia de medula óssea), neuronais (paralisia cerebral, isquemia cerebral, lesão de medula espinhal), Erros inatos do metabolismo (reposição de enzimas) e ainda as novas descobertas sobre a capacidade imunossupressora das CT de SCU nas doenças auto-imune (por exemplo, diabetes tipo 1).
As células-tronco do SCU demonstram enorme capacidade de modular o sistema imune além de apresentar baixa capacidade para desencadear reações de enxerto contra-hospedeiro. Estas características se devem a algumas proteínas cuja presença é discutida com detalhes na revisão.
Esta revisão demonstra como as CT e SCU pode se tornar uma ferramenta poderosa não só para a medicina regenerativa, mas também para doenças auto-imunes e inflamatórias.
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