Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Houston no Texas publicaram o resultado de um estudo clínico de segurança em dez crianças com Traumatismo crânio encefálico grave (TCE) pós ressucitação do coma.
O traumatismo crânio encefálico grave em crianças está associado com alta morbidade e mortalidade. Atualmente não há tratamento neuroprotetor ou neuroregenerativo para TCE. Inúmeros estudos pré-clínicos sugerem que as células mononucleares da medula óssea (CMN) ou seus similares – como as células do sangue de cordão umbilical – oferecem neuroproteção.
Com o objetivo de determinar a segurança do tratamento das células mononucleares da medula óssea autóloga em TCE grave em crianças, foram tratadas dez crianças entre 5 e 14 anos. Uma concentração de 6 bilhões de CMN de medula óssea autóloga foi infundida por via intravenosa 48 horas após o TCE.
Todos os pacientes sobreviveram e não foram relatados efeitos adversos. Os exames de imagem por ressonância mostraram uma melhora nos pacientes após 6 meses de acompanhamento. A conclusão foi que a terapia da infusão de células mononucleares autólogas para TCE em crianças é segura.
*Cox, C.S. et al. Autologous Bone Marrow Mononuclear Cell Therapy for Severe Traumatic Brain Injury in Children. Neurosurger, 68: 588–600, 2011.
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed?term=Autologous%20Bone%20Marrow%20Mononuclear%20Cell%20Therapy%20for%20Severe%20Traumatic%20Brain%20Injury
quinta-feira, 24 de março de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
Acidente Vascular Cerebral, Esclerose Lateral Amiotrófica e Doença de Alzheimer: estudo analisa uso de células-tronco do Sangue de Cordão Umbilical e células derivadas do fluido menstrual
Cryopraxis participa de estudo internacional para avaliar possibilidade futura das células-tronco derivadas de sangue de cordão umbilical e células do fluido menstrual no tratamento de pacientes que sofrem de acidente vascular cerebral, Alzheimer e esclerose lateral amiotrófica (ELA). O grupo formado por pesquisadores da Universidade do sul da Flórida e de três grupos de pesquisa do setor privado, Saneron , Cryo-Cell International, e Cryopraxis/CellPraxis participam do projeto.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Cryopraxis e UNIFESP desenvolvem terapia celular para o tratamento da Angina Refratária
Conduzida pela Cryopraxis, em parceria com a Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), pesquisa para tratamento de pacientes com Angina Refratária utilizando células-tronco autólogas foi reportagem da série Razões do Coração no Jornal da Record.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Seminário Internacional de Cardiologia
Harvard visita a Cryopraxis em janeiro
A Cryopraxis, no decorrer de seus 10 anos investiu em novas tecnologias e nos relacionamentos com instituições de pesquisas no Brasil e no exterior, visando manter uma empresa de excelência em inovação.
Em janeiro recebemos em nossa sede no Rio de Janeiro a visita dos alunos de Mestrado da Universidade de Harvard para conhecer nossas instalações e os projetos de nossa plataforma de pesquisa.
Cryopraxis faz 10 anos em 2011
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Diferenciação de células mesenquimais, derivadas de sangue de cordão umbilical humano armazenado, em células secretoras de insulina
*Differentiating of banked human umbilical cord blood-derived mesenchymal stem cells into insulin-secreting cells
Van Phuc et.al. In Vitro Cell Dev Biol Anim. 2010 Nov 17.
As células-tronco mesenquimais (CTM) derivadas de Sangue de Cordão Umbilical (SCU) são multipotentes e capazes de se diferenciar em células funcionais de origem endodérmica e mesodérmica. Alguns pesquisadores demonstraram que estas células recém coletadas são capazes de se diferenciar em células secretoras de insulina.
Em estudo publicado este ano, um grupo de pesquisadores, demonstrou que estas células mantêm esta capacidade, mesmo após o congelamento. As células mononucleares, após o descongelamento, foram cultivadas para diferenciação em CTM. As análises com anticorpos específicos comprovaram esta diferenciação e as células foram então induzidas, por meio de ativadores específicos, para a formação de células secretoras de insulina. Com o uso de técnicas de Reação de cadeia de transcrição reversa em tempo real (RT-PCR) foi possível detectar a presença de genes para insulina. Estes resultados indicam que as CTM oriundas de SCU congelado quando convenientemente estimuladas, podem se diferenciar funcionalmente em células semelhantes aquelas secretoras de insulina das ilhotas pancreáticas.
Segundo os autores estes resultados apontam para uma terapia celular inovadora para pacientes diabéticos que teriam a possibilidade de usar suas próprias células de SCU armazenadas. Estas células, após o descongelamento, sofreriam uma diferenciação em células produtoras de insulina, e poderiam ser transplantadas de volta, recuperando a capacidades das células pancreáticas.
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez
Van Phuc et.al. In Vitro Cell Dev Biol Anim. 2010 Nov 17.
As células-tronco mesenquimais (CTM) derivadas de Sangue de Cordão Umbilical (SCU) são multipotentes e capazes de se diferenciar em células funcionais de origem endodérmica e mesodérmica. Alguns pesquisadores demonstraram que estas células recém coletadas são capazes de se diferenciar em células secretoras de insulina.
Em estudo publicado este ano, um grupo de pesquisadores, demonstrou que estas células mantêm esta capacidade, mesmo após o congelamento. As células mononucleares, após o descongelamento, foram cultivadas para diferenciação em CTM. As análises com anticorpos específicos comprovaram esta diferenciação e as células foram então induzidas, por meio de ativadores específicos, para a formação de células secretoras de insulina. Com o uso de técnicas de Reação de cadeia de transcrição reversa em tempo real (RT-PCR) foi possível detectar a presença de genes para insulina. Estes resultados indicam que as CTM oriundas de SCU congelado quando convenientemente estimuladas, podem se diferenciar funcionalmente em células semelhantes aquelas secretoras de insulina das ilhotas pancreáticas.
Segundo os autores estes resultados apontam para uma terapia celular inovadora para pacientes diabéticos que teriam a possibilidade de usar suas próprias células de SCU armazenadas. Estas células, após o descongelamento, sofreriam uma diferenciação em células produtoras de insulina, e poderiam ser transplantadas de volta, recuperando a capacidades das células pancreáticas.
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez
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