quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Diferenciação de células mesenquimais, derivadas de sangue de cordão umbilical humano armazenado, em células secretoras de insulina

*Differentiating of banked human umbilical cord blood-derived mesenchymal stem cells into insulin-secreting cells
Van Phuc et.al. In Vitro Cell Dev Biol Anim. 2010 Nov 17.

As células-tronco mesenquimais (CTM) derivadas de Sangue de Cordão Umbilical (SCU) são multipotentes e capazes de se diferenciar em células funcionais de origem endodérmica e mesodérmica. Alguns pesquisadores demonstraram que estas células recém coletadas são capazes de se diferenciar em células secretoras de insulina.
Em estudo publicado este ano, um grupo de pesquisadores, demonstrou que estas células mantêm esta capacidade, mesmo após o congelamento. As células mononucleares, após o descongelamento, foram cultivadas para diferenciação em CTM. As análises com anticorpos específicos comprovaram esta diferenciação e as células foram então induzidas, por meio de ativadores específicos, para a formação de células secretoras de insulina. Com o uso de técnicas de Reação de cadeia de transcrição reversa em tempo real (RT-PCR) foi possível detectar a presença de genes para insulina. Estes resultados indicam que as CTM oriundas de SCU congelado quando convenientemente estimuladas, podem se diferenciar funcionalmente em células semelhantes aquelas secretoras de insulina das ilhotas pancreáticas.
Segundo os autores estes resultados apontam para uma terapia celular inovadora para pacientes diabéticos que teriam a possibilidade de usar suas próprias células de SCU armazenadas. Estas células, após o descongelamento, sofreriam uma diferenciação em células produtoras de insulina, e poderiam ser transplantadas de volta, recuperando a capacidades das células pancreáticas.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez

2 comentários:

  1. Boa noite, entrei no seu blog para pedir ajuda para minha mae que esta ficando doente. Ela comecou apresentar problemas neurologicos de repente, ha mais ou menos 1 ano. Nenhum medico sabe o que e, todos falam que e uma doenca genetica e nao algo que ela teve, mas antes nunca havia tido nada. Ela esta muito diferente, com olhar diferente, andar, o lado esquerdo diferente (dedos dos pes e maos estao sempre em flexao)... Tem caracteristica fisica de um paciente que teve AVC e esta com atitudes de paciente com demencia. Foi nos melhores medicos, em varias cidades e indicaram tratamento com celulas tronco. Eu gostaria de saber aonde levar ela. O mais rapido possivel. Qual sua opniao?

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  2. Solicito informações sobre o tratamento de EM – Células Mesenquimais.Quem necessita desse tratamento chama-se MÓNICA, é portuguesa, tem 25 anos de idade e reside em Vancouver-Canadá. A Sra. Cidália, mãe da Monica,trabalhou no Consulado de Portugal em Vancouver/Canadá e fez muitas amizades com os brasileiros,através do seu trabalho, cheio de solidariedade e respeito para com seu igual, independentemente de nacionalidades.Eu fui uma das beneficiadas pela Sra. Cidália que, com muito trabalho, mesmo de longe, conseguiu regularizar minha situação em Portugal. Detalhe: Fez isso sem me conhecer, sem nenhum pedido de qualquer pessoa, sem remuneração, nada! Ela me ajudou por humanidade.Assim sendo, quero retribuir todo carinho da Cidália e também da Mônica. A Mônica necessita enxergar uma luz no fim do túnel. Será que essa luz existe? Peço por gentileza e por humanidade que me informem se há tratamento para este caso no Brasil e qual o hospital que possa dar a Mônica esperança de viver.Gostaria também de saber os custos que envolvem o tratamento e quais seriam as chances da Mônica.Grosseiramente, posso lhes informar o quadro da Mónica, de acordo com o e.mail da Sra. Cidália Correia, mãe da Mônica: "Oi Meg. não dá muito para eu falar ao telefone consigo neste momento, até porque não quero que a MM entenda o quanto eu estou estressada e assustada. Foi necessário repetir as analises das fezes.Então é mais uma semana à espera. Sobre os tratamentos, ela já fez tudo o que há disponível, o último que fez foi Tysabri, e faria hoje, mas dado o quadro clinico atual,foi adiado. O neurologista dela na clinica de EM na UBC está fora essa semana, mas ele, a medica de família, que é de S/Paulo, o neurologista de Otawa (que nós fomos ver e que conduziu o único ensaio clínico feito no Canadá com celulase tronco mas teve que parar por falta de verba), o Dr. Mark Friedman, o Dr. Júlio Voltarelli do Hospital das Clinicas em Ribeirão Preto é que está a frente da equipe de transplantes, todos estão de acordo que a Mônica deveria ter feito transplante de células tronco, mas que agora é tarde demais , Agora devemos apostar em células mesenquimais, porque, para esse protocolo não existe limite de escala de deficiência que no caso da Mônica neste momento é 7.Que mais posso dizer? Que falhei e não consegui transmitir as pessoas a urgência e a importância de agir e conseguir o dinheiro necessário para ir ao HIAE (Hospital Israelita Albert Einstein), em Maio do ano passado, quando S. Paulo aceitou a MM para o transplante. Ela se qualificava aos critérios deles, agora não.O HIAE não faz mesenquimais e respondeu-me que no Brasil ainda está muito experimental mas faz-se.Um abraço,Cid.
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    Amigos, sou brasileira, resido em Portugal, sou conhecida como MEG e estou envolvida emocionalmente com o caso da Mônica, porque ela tem apenas 25 anos e com uma incrível esperança de viver.Não sei mais a quem apelar e nesse caso não é caridade que necessitamos, é de amor pelo nosso semelhante. Penso que pode ser com qualquer um de nós ou com nossos parentes, filhos, amigos etc.Peço, por favor, um comentário que seja... uma informação qualquer sobre o tratamento, enfim, a chamada LUZ NO FIM DO TÚNEL que a menina Mônica e todos nós que a amamos desejamos encontrar. Me despeço, certa de que receberei qualquer resposta de vocês, ainda que negativa, mas, pelo menos, nºao me deixem numa expectativa em vão. Nós brasileiros somos um povo amigo. Sejamos irmãos e solidários, mais uma vez. Agradeço pela atenção que me foi dispensada. MEG KLOPPER

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